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Visite o Museu Anne Frank em Amsterdam

Muita gente deve conhecer uma biblioteca chamada Anne Frank ou ter ouvido falar de um diário da Anne Frank. Resumidamente a história dela é a seguinte: Anne Frank era uma adolescente de 13 anos quando ganhou de aniversário de seu pai um diário. Ela, como toda a família, era judia e morava em Amsterdam. Isso era lá pelo começo dos anos 1940.

Logo depois dela ganhar o diário, os nazistas invadiram a Holanda e passaram a mandar os judeus para campos de concentração. Quando chegou uma intimação dos nazistas para a irmã de Anne, o pai delas resolveu que seria uma boa se esconder.



Eles fingiram que fugiram pra outro país, mas na verdade passaram a morar num anexo escondido atrás da empresa do pai. Viveram lá a família dela e mais algumas pessoas por uns dois anos, sem por o nariz pra fora, sem fazer barulho, compartilhando um único banheiro, em total confinamento. Uma hora eles foram descobertos (houve uma denúncia de alguém não identificado até hoje), presos e enviados pra campos de concentração. Toda a família morreu, menos o pai.

Quando a guerra acabou (dois meses depois da Anne Frank morrer), o pai voltou pra Amsterdam e descobriu que a filha manteve um diário durante toda a experiência. Ele editou e publicou o diário da filha, que acabou virando um best-seller e ela uma espécie de heroína nacional holandesa.

A casa onde a família passou pela provação é hoje um museu aberto à visitação pública e uma das maiores atrações de Amsterdam. Vá ver, mas esteja avisado de que é uma experiência que mexe com a gente (mexeu comigo, certamente).


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